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Cobras e Lagartos - 20 de junho de 2017 - 05:00

COBRAS E LAGARTOS

Muito recurso

Uma passadinha rápida pelo Parque da Femi, já é suficiente para imaginar o tamanho do pedido de recursos que a administração municipal deve fazer para deixar o local, no mínimo, apresentável para a Festa Estadual do Milho, que acontece no próximo ano. O vendaval destruiu muito o telhado de vários estandes, a depredação ocasionada por vândalos também é imensa. Há locais em que toda a vidraça foi quebrada, paredes pichadas, asfalto todo esburacado, e o que dizer do espaço dos animais?! É madeira podre pra mais de metro. Muito, mas muito trabalho vai precisar ser feito, e para isso são necessários recursos, senão fica impossível de arrumar. A busca deve acontecer o mais breve possível para que não se tenha aqueles atropelos típicos de feira.

 

Faltam bancos

Mesmo com tantas dificuldades, o Parque Rovilho Bortoluzzi continua sendo muito visitado nos finais de semana. O Kartódromo é ponto de encontro certo de amantes da velocidade, que estão sempre no espaço. No restante do parque, há famílias que levam os filhos para brincar em um espaço mais seguro e tranquilo, no entanto, não há bancos para sentar. Para se ter uma ideia o único é aquele com a estatua do Rovilho Bortoluzzi, os demais não estão mais no local. Se andar um pouco vai ver uns quase que escondidos próximo das baias dos animais de grande porte. Uma pena.

 

De ponta-cabeça

O presidente da Cidasc, o xanxerense Enori Barbieri, vem tendo o seu nome ovacionado como futuro candidato a deputado estadual.

 

Bem organizada

A Praça de Xaxim está uma maravilha. Um exemplo a ser seguido pelos municípios vizinhos. A revitalização do local, que foi motivo de burburinho, até porque um calçadão acabou tomando conta quase que das vitrines de lojas ao lado da catedral, mas o efeito final é de se tirar o chapéu. Ver o espaço tomado por famílias, crianças brincando, o bom e velho chimarrão, aquela igreja majestosa com as portas abertas a qualquer horário  não tem como não encantar os visitantes. Até os ambulantes ficam comportados no espaço. Por lá, não se vê gente ociosa na Praça, pelo contrário tem muita gente vendendo seu artesanato. Lixo? Tudo no seu devido lugar e isso que a Praça está geralmente cheia de pessoas. Um belo exemplo a ser seguido.

 

Promoção

Pra segurar as vendas e os clientes, os supermercados andam apostando em muito nas promoções, principalmente para atrair os clientes para as compras aos domingos. Tem promoção de tudo e mais um pouco, compre um leve dois, cheque pra perder de vista e mais.

 

Agora sim, o circo pega fogo

A defesa do presidente Michel Temer protocolou na Justiça nesta segunda-feira (19) uma queixa crime por calúnia, injúria e difamação contra o dono do grupo JBS e delator da Lava Jato, Joesley Batista.

A ação será analisada pelo juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal de Justiça do Distrito Federal. Se o magistrado entender que o pedido tem pertinência, ele abre uma ação penal contra o empresário, que passa a ser réu no processo. Caso contrário, pode arquivar o caso.

A defesa de Temer também acionou a Justiça de Brasília com um processo civil, para exigir indenização de Joesley por danos morais. Essa segunda ação será analisada em separado e será conduzida por outro juiz, ainda não informado na consulta processual.

As ações foram apresentadas após a acusação do empresário, em entrevista à revista Época, de que Temer chefia “a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil”. Na reportagem, o empresário também afirma que o presidente não fazia “cerimônia” ao pedir dinheiro para o PMDB. Ele descreve uma relação de intimidade com o presidente.

Neste domingo, após a publicação da entrevista, Temer já havia anunciado que iria à Justiça contra o que chamou de “mentiras” contadas por Joesley. Em nota à imprensa, o Palácio do Planalto chamou o empresário de “bandido notório”.

Nesta segunda, o Palácio do Planalto divulgou vídeo no qual o presidente afirma, sem citar o nome de Joesley, que “criminosos não sairão impunes em seu governo.

O crime de calúnia, previsto no artigo 138 do Código Penal, consiste em imputar falsamente a alguém fato definido como crime. Se condenado, o responsável está sujeito a prisão de seis meses a dois anos e multa.

A pena, no entanto, pode aumentar em 1/3 se o delito é praticado contra o presidente da República.

No pedido, Temer também pede condenação de Joesley por difamação e injúria, acusações menos graves, mas que, assim como a calúnia, integram os chamados crimes contra a honra.

A difamação ocorre quando uma pessoa atribui a outra um fato ofensivo à sua reputação e tem pena de três meses a um ano e multa. A injúria se dá pela ofensa à dignidade ou ao decoro, com pena de um a seis meses, ou multa.(fonte: O Globo)

 

Quer saber?

Parece que a inauguração definitiva do contorno viário leste vai ficar para o próximo mês.

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